De TDAH ao espectro autista, o número de diagnósticos listados pela Associação Americana de Psiquiatria triplicou nos últimos cinquenta anos. Quadro não muito diferente no Brasil, onde diagnósticos de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) aumentam entre os adultos, e dados apontam uma predominância de crianças e adolescentes entre as mais de 2 milhões de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), só no ano de 2022.Considerando os números de pessoas nessas categorias, é essencial reavaliarmos as percepções acerca da neurodiversidade. Diante desse cenário, surge um especialista com uma visão inovadora. O psicólogo e educador dr. Thomas Armstrong propõe que os chamados distúrbios neuropsicológicos são parte da diversidade natural do cérebro humano e não devem ser tratados como doenças. Neste livro, ele explora as dimensões positivas de sete formas de neurodiversidade: TEA, TDAH, dislexia, deficiência intelectual, esquizofrenia e transtornos de ansiedade e de humo